Body Body Body!!!!!!!!

Confortáveis e super práticos, os bodys são itens obrigatórios no enxoval tanto para os bebês que vão nascer no verão e que poderão usá-los como peças únicas ou no inverno, por baixo de macacões e conjuntinhos substituindo os antigos pagãozinhos.

Disponíveis em várias versões e em tamanhos que vão desde o prematuro ate 2 anos de idade, são excelentes opções para presentear os recém-nascidos ao visitá-los na maternidade, selecionamos abaixo algumas sugestões divertidas para os pequenos usarem neste verão:

Body com abotoamento no ombro que facilita a passagem pela cabeça e fechamento na parte inferior. Geralmente são utilizados por debaixo de macacões, mas esses que estamos sugerindo ficam simplismente uma graça com calças de malha para ficar em casa, ou um jeans bem transado e molinho para passear.

Body com abotoamento frontal – facilita a troca de roupa para as mamães de primeira viagem e são uma excelente opção para o banho de sol.

Todas as nossas sugestões você pode encontrar na loja Mother to Be – Av. José Bonifácio, 641 -Campinas. Telefone: 19 3294-0276 – www.mothertobe.co.mbr, lá eles tem esses modelinhos e muitos outros, de tamanhos que vão desde o prematuro até 2 anos.

22/01/2010. Tags: , , , , , . Estilo, mamães e bebês na moda. Deixe um comentário.

Alimentação do bebê

Existe um ditado que diz que a gente é o que a gente come, e como fazer para que seu bebê adquira bons hábitos alimentares desde pequenininho, evitando desta maneira, que seu lindo e saudável bebê venha a fazer parte da maioria da população de crianças obesas brasileiras que não para de crescer!?

Compilamos uma série de informações e esperamos que ajude as mamães a considerarem que cuidados com a alimentação devem ser constantes e não somente quando os problemas de saúde ou estética surgirem.

O que comer durante a gestação

O que você come durante a gestação pode influenciar o paladar do seu filho no futuro e até gerar sérios problemas de saúde. Segundo pesquisadores ingleses, gestantes que mantiveram em sua dieta consumo excessivo de produtos industrializados e alimentos fast-food (hambúrguer, frituras, açúcares, gorduras hidrogenadas etc.) tem maiores chances de terem filhos com problemas com obesidade ou altos níveis de colesterol, glicose e diabetes infantil. Não importa que após o nascimento os pais tentem introduzir à criança uma alimentação mais saudável; isso porque, geralmente gestantes que não modificam sua alimentação durante a gestação tendem a não adotar hábitos alimentares mais saudáveis após o nascimento do bebê.

O acompanhamento de uma nutricionista para quem ainda não tem hábitos alimentares saudáveis como a ingestão diária de frutas, legumes e verduras são essenciais para que a transição para um novo cardápio possa acontecer sem muito sofrimento e ser mantida após o nascimento do bebê para que toda a família se beneficie.

É de consenso entre os médicos e nutricionistas que se deve ingerir pelo menos 2 litros de água por dia, comer pelo menos dois tipos de frutas diferentes diariamente, verduras e legumes em todas as refeições, evitar, e se possível excluir: frituras, gorduras  e doces das refeições e comer moderadamente, nem mais e nem menos. O ganho de peso será inevitável e a perda de peso durante a gestação é motivo para preocupação, não se preocupe em ganhar peso, mas sim em ingerir todos os nutrientes necessários para o bom desenvolvimento do bebê.

Hábitos alimentares saudáveis começam pela amamentação

Não é necessário dar nada além do leite materno ao bebê  até o sexto meses, isso significa nada de água, chás e sucos, somente leite do peito, salvo orientação em contrário do pediatra.

Além de nutrir, imunizar e estreitar laços afetivos, o alimento materno ensina a criança a auto-regulação, ou seja, ao decidir quanto e quando vai mamar, o recém-nascido aprende a lidar com a saciedade, o que reduz e muito o risco de obesidade no futuro.

Neste período, um erro muito comum entre as mamães de primeira viagem é associar sempre o choro à fome. Dar o peito ou a mamadeira toda vez que o bebê abre o berreiro pode fazer com que ele recorra à comida a cada frustração da vida. O alimento, seja ele o materno ou industrializado, não deve ser associado a emoções e nem ser utilizado como forma de recompensa.

Na impossibilidade de amamentar, o pediatra irá receitar fórmulas infantis para serem usadas durante o primeiro ano de vida, por isso, nada de substituir o leite materno pelo leite de vaca integral, que pode comprometer o desenvolvimento da criança, deixando seqüelas importantes. De acordo com os especialistas, o consumo da bebida láctea de origem animal nessa fase pode levar à sobrecarga renal devido ao excesso de proteína e sódio. Sem contar no baixo fornecimento de ácidos graxos essenciais, ferro, zinco e algumas vitaminas. Em outras palavras, há o risco de problemas cognitivos, anemia, prejuízo ao crescimento, falta de proteção contra infecções e mais vulnerabilidade a doenças crônicas.

Ummmm… que papinha gostosa

A partir dos seis meses de idade alguns alimentos serão introduzidos, primeiramente na forma de líquidos (sucos, chás e água mineral). Dê preferência para produtos frescos e de procedência orgânica; quando não for possível, lembre-se que a quantidade de agrotóxicos depositado nas cascas dos alimentos é alta e por isso, mesmo que a laranja seja espremida para suco, lave bem a casca antes de descascar a fruta.

Introduza um alimento por vez mantenho um intervalo de três a cinco dias entre eles para que se possa verificar se a criança terá algum tipo de alergia alimentar.

Comece pelas frutas menos acidas como maçãs e bananas, que podem ser amassadas, cozidas e misturadas com farinha de aveia ou arroz para fazer uma papinha mais consistente e nutritiva. Não é necessário e nem recomendado que se acrescente açúcar ou sal às papinhas.

Para as papinhas de legumes a sugestão é cozinhar no vapor batata, cenoura, abobora, abobrinha, mandioquinha, que depois podem ser amassadas ou processadas e até mesmo congeladas em pequenas porções (forminhas de gelo) para as mamães que não tem tempo para cozinhar todas as refeições. Passar os alimentos na peneira ou no liquidificador ao contrário do que se pensa não é muito benéfico, pois a criança pode passar a ter intolerância pela consistência dos alimentos.

Os legumes podem ser combinados de diferentes maneiras após terem sido introduzidos um a um, e o  mais legal neste processo, é ir vendo como o bebê vai construindo seu paladar. Quanto mais cedo os legumes forem introduzidos, e em maior variedade, mais fácil se torna a capacidade de adaptabilidade do seu paladar.

Junto com os legumes pode-se cozinhar cinco gramas de frango ou carne de vaca magra, cinco gramas é o suficiente para evitar a anemia.

Pras mães de primeira viagem: mel e clara de ovo são alimentos que só podem ser introduzidos depois de 1 ano de idade.

Se o bebê não comer muito bem durante uma refeição, não é aconselhável oferecer alimentos nos intervalos, para que tenha fome e possa comer com qualidade na próxima refeição. O ideal é que a partir do sétimo mês o bebê faça de 4 a 5 refeições diárias, segue abaixo um exemplo. Os horários deverão ser adaptados a rotina da família e não o contrário, e é preciso respeitar o apetite da criança, gordura e dobrinhas não são sinônimos de saúde, se a criança não tiver interesse em fazer os lanchinhos no intervalo das refeições converse com o pediatra e não force a criança a fazer as refeições.

06h00 às 7:00 – mamadeira ou peito;

10:00 – fruta cozida ou amassa, iogurtes;

13:00 – almoço com sobremesa (outro tipo de fruta);

16:00 – fruta com cereal ou mingau ou vitamina;

19:00 – jantar com sobremesa (mais uma fruta);

22:00 às 23:00 – mamadeira;

Você tem alguma receita de papinha preferida!? Mande para gente, compartilhe com outras mamães de primeira viagem!

Ah, não se esqueça do acessório fundamental na hora de alimentar o bebê, babadores charmosos!!! Você encontre esses na Mother to Be – www.mothertobe.com.br.

19/01/2010. Tags: , , , , , , , , , . 1. Deixe um comentário.

Protegendo seu bebê do sol

O verão está em plena força e antes de levar seu bebê para praia ou para a piscina, vale a pena tomar nota de alguns cuidados básicos que deve ser tomados na hora de expor seu filho (a) ao sol quente:

Como o uso de filtro solares é vetado para bebês menores de 6 meses, por orientação do FDA,  o ideal é que a exposição seja limitada a pequenos períodos de tempo nos horários onde o sol não é tão agressivo, até as 10:00 hrs e após as 16:00 hrs. Somente use produtos indicados pelo pediatra do seu bebê. Os filtros solares químicos devem ser aplicados em todas as áreas do corpo que serão expostas ao sol, duas horas antes da exposição solar, e devem ser reaplicados após duas horas de exposição contínua ao sol, após mergulhos, exercícios físicos e transpiração excessiva.

É importante que o bebê seja protegido com roupas que cubram a maior parte do seu corpinho, bodies e roupas 100% algodão ajudam a manter a transpiração e são ideais. Evite tecidos sintéticos que podem causar brotoejas e assaduras.  Mantenha o bebê com chapéu e bonés que não tenham elástico que prejudiquem a circulação sanguínea.

Não deixe o bebê com fralda molhada para evitar micoses e assaduras, especialmente quando em contato com água salgada, o ideal é que após o banho de mar o bebê seja lavado em água doce e de preferência corrente.

O uso de piscininhas em casa, na praia ou em outros ambientes deve ser liberado pelo pediatra, o ideal é que  o bebê seja introduzido a esse tipo de atividade somente após estar firme o suficiente para ficar sentado sozinho no caso de banheiras plásticas.

É importante que a criança permaneça  hidratada o tempo todo, mas lembre-se de que bebês de menos de 6 meses que mamam no peito não precisam tomar água, mesmo no calor. Após os 6 meses de idade, dê prefêrencia a água do que outros tipos de bebidas.Para bebês que se utilizam de fórmula de leite em pó, só prepare a mamadeira na hora do uso e utilize-a dentro de, no máximo, uma hora.  Se você for sair, leve a água para a mamadeira ou use água mineral de procedência conhecida.

É importante saber que:

A exposição à luz solar na infância parece ser o maior fator de risco para o desenvolvimento do câncer de pele. Cerca de 80% da exposição solar de toda nossa vida, ocorre nos 18 primeiros anos. Como os efeitos nocivos das radiações solares são cumulativas, ou seja vão se acumulando durante estes anos, recomenda-se a utilização de filtros solares diariamente, desde a infância.

O uso de protetores solares em crianças exige consideração especial, devido as suas características cutâneas peculiares e a maior proporção de área superficial com relação ao volume corpóreo. Nossa indicação é o Bloqueador Solar da linha francesa Mustela que pode ser encontrado nas melhores redes de Farmácia e lojas infantis – custo médio R$ 68,00. Outra boa opção com valor mais acessível é o protetor solar da linha Cenoura e Bronze Kids – R$ 36,00, que bloqueia 95% dos raios UVA.

19/01/2010. Tags: , , , , , . De 0 a 4 anos - criando filhos pequenos. Deixe um comentário.

Jeans para gravidinhas!

Muitas gestantes acreditam que ao crescer a barriguinha terão que dar adeus a sua calça jeans favorita e passar a gestação toda usando calças de malhas e moleton que em nada favorecem a silhueta da futura mamãe. A boa notícia é que não é preciso sair picotando ou reformando o jeans queridinho de antes da gestação pois já existem hoje no mercado várias grifes que tem tido um avanço incrível no quesito modelagem e produzido linhas inteiras de denim super modernos, confortáveis e charmosos, e com um custo tão bom ou melhor do que de coleções como Levis, Lee, Calvin Klein ou M. Officer.

Por isso vale a pena investir em pelo menos um jeans clássico que irá acompanhar a gestante durante toda a gravidez e depois do parto do bebê também. Existem também no mercado opções de jeans mais despojados, com lavagens modernas e bolsos bordado, e é claro, para as que não vivem sem, as jeans skinny que favorem as mamães que estão em boa forma e podem dar destaque as suas  novas curvas. Os modelos são vários e vale a pena experimentar de tudo para achar aquele que se adapta melhor ao seu tipo de barriga e estilo, não tenha medo de procurar por uma loja de moda gestante e fazer a experiência.

jeans due vita

 

Os modelos de calça jeans para gestante são:

Modelo com malha alta com elástico (malha na barriga) e sem ajustes internos: Este modelo é o que proporciona mais aderência ao corpo. A malha alta se adapta ao crescimento da barriga, proporcionando boa sustentação e conforto. Este modelo pode ou não ter stretch e costuma trazer mais conforto ao final da gestação sendo usado por menos tempo após o nascimento do bebê.

Modelo com cós baixo e ajustes internos (elástico e botões internos): Este modelo ao longo da gravidez, apresenta menor aderência ao corpo, regulando os ajustes internos para a calça ficar mais justinha na barriga, os modelos com stretch ficam mais colados ao corpo e jeans mais pesados sem strech conferem um ar mais clássico que quando combinado com camisas sociais cabem perfeitamente no escritório para ocasiões menos formais. A modelagem de cós baixo e elástico interno é mais fácil de de ser usada após a gestante e por um período maior de tempo.

A calça jeans para grávidas pode ser encontrada nas lojas de moda gestante, e nossa dica para Campinas e região é fazer uma visitinha a Mother to Be. Lá eles sempre tem bastante opção, com cerca de 20 modelos por coleção e o legal é que sempre dá para achar 2 ou 3 modelos em promoção com preços bem baixinhos (R$ 69,00 a R$ 89,00) e em numerações que vão desde o 36 ao 52, é impossível sair de lá sem se encontrar o jeans perfeito com que você irá passar sua gestação!

 Deixa sua opinião a respeito deste post, nos queremos ouvir de você que já usou uma jeans para gestante como foi sua experiência!

fotos – Coleção Due Matenity Jeans disponível na www.mothertobe.com.br Telefone: (19) 32940276

20/10/2009. Tags: , , , , , . Estilo, mamães e bebês na moda, Gestação, Moda Gestante Campinas, moda gestante. 1 comentário.

Tratamentos de fertilidade, um sonho possível

Todos os dias novos casais recebem a feliz surpresa de que estão grávidos, mas para alguns, o sonho de se tornarem pais passa por um processo doloroso de aceitação de que a espera trará consigo inúmeras consultas a médicos e processos de fertilização.

Os estudos para infertilidades são sugeridos para casais que após um ano praticando sexo regularmente sem o uso de anticoncepcionais, não consigam engravidar. Estudos apontam que cerca de 40% dos casos de infertilidade são de origem masculina ( diminuição da quantidade, baixa mobilidade, anormalidade ou ausência na produção dos espermatozóides) e outros 30% de origem feminina (distúrbios hormonais, síndrome do ovário policisticos, endometriose ou problemas causados as tubas uterinas provocados por infecções).

A boa notícia é que as técnicas de reprodução assistida estão cada vez mais desenvolvidas e acessíveis e em muitos casos, o tratamento pode ser mais simples do que se espera.

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Indução de ovulação

O tratamento é indicado para os casos onde o problema é de origem feminina e existe uma irregularidade na produção dos óvulos ou na menstruação. Através do uso de medicamentos se  estimula a ovulação e para que a fecundação possa ocorrer, são feitos exames (ultra-som endovaginal) que determinam quando um folículo maduro estará pronto e pode ser fecundado. A c0ncepção se dá por vias normais sem demais interferências.

Inseminação intra uterina

Essa técnica pode ser indicada tanto para casos de de distúrbios da ovulação, endometriose e também para casos onde a qualidade e quantidade de espermatozóides produzidos esteja abaixo dos níveis normais.

Após a estimulação da ovulação, é feita a coleta do semên e seu preparo para a introdução dentro do útero com o auxílio de uma seringa que irá encurtar e facilitar o caminho dos espermatozóides ao folículo pronto para fecundação. Para que a técnica tenha um alto indíce de eficácia é necessário que as trompas estejam permeáveis e que o colo do útero esteja livre de aderências.

Fertilização in vitro

A fertilização in vitro ocorre quando as outras opções de tratamento se mostraram ineficazes ou em casos onde a oligospermia (baixa quantidade de esperma) não permita uma inseminação intra uternia, também é indicada em casos onde a mulher não produz óvulos e irá receber a doação de uma outra mulher.

Os procedimentos para este tipo de tratamento são iguais aos outros, a diferença é que os óvulos serão aspirados e será feita a fecundação através da manipulação dos espermatozóides que são injetados diretamente nos óvulos com uma micro agulha, podendo ou não ser congelados para tentativas posteriores. Após ter ocorrido a fecundação, cerca de 3 ou menos embriões são implantados dentro do útero buscando assim evitar que a mulher engravide de vários bebês ao mesmo tempo, o que faria com que as chances de uma gestação complexa sem complicações fosse reduzida. Gestações de múltiplos dificilmente chegam a termo e o parto normal para esses casos nem sempre é recomendado. Mesmo assim, a FIV é o hoje o tratamento que apresenta o melhor resultado, atingindo cerca de 60% de êxito em mulheres com idade inferior a 35 anos. Também é o tratamento mais caro, podendo custar cerca de R$ 15.000,00 para uma única tentativa, sem os custos de armazenamento dos embriões.

No Brasil várias clínicas estão participando do Programa Acesso que possibilita que casais de baixa renda obtenham até 50% de desconto nos medicamentos, reduzindo bem os valores a serem investidos no tratamento de Fertilização in itro.

Para participar é necessário agendar uma consulta com uma das clínicas participantes do programa. Em Campinas a consulta pode ser agendada na clínica Androfert e no Centro de Reprodução Humana, a lista completa pode ser obtida atráves do canal de atendimento do Programa Acesso – 0800 11 33 21.

Os requisitos para participar do programa são renda mensal inferior a R$ 3.800,00 e patrimônio do casal não pode exceder o valor de R$ 100.000,00.

Clínicas de Fertilidade em Campinas

Androfert – Av. Dr. Heitor Penteado , 1464 – Taquaral – Fone: (19)3295-8877

Centro de Reprodução Humana de Campinas  – Rua Eduardo Lane, 380 – Guanabara – Fone: (19) 3243 1317

Hospital das Clínicas Unicamp – av Alexander Fleming, 101, 2º andar – Cidade Universitária Telefone: (19) 3788 7176



17/10/2009. Gestação. Deixe um comentário.

Quando o caminho é a adoção

Muitas vezes o sonho do filho biológico pode se tornar um pesadelo e a adoção passa a ser a luz no fim do túnel para muitos casais e crianças que se encontram em abrigos brasileiros. Estima-se que hoje no Brasil, cerca de 80 mil crianças aguardam por uma família adotiva.

Diante da carência que muitas crianças passam casais bem intencionados se lançam de cabeça a jornada de adotar uma criança, mas antes que o tão esperado bebê venha fazer parte da família, é importante saber que o processo de adoção no Brasil é bastante rigoroso e muitas vezes pode se tornar demorado mesmo após as reformulações da lei que ocorreram em agosto deste ano.

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O primeiro passo é entrar em contato com o Juizado da Infância e da Juventude de sua cidade para que possa ser feita uma entrevista com técnicos que irão validar seu pedido de inscrição para o processo de adoção. Serão feitas visitas domiciliares para verificar o ambiente onde a criança adotada passará a viver.

Após o processo de entrevistas e avaliações, um juiz irá deliberar e finalmente declarar se o adotante está apto para entrar no cadastro nacional, onde encontram-se informações tanto daqueles que pretender adotar como das crianças e adolescentes que estão disponíveis para adoção.

É fundamental ter em mente que após cumprido todos os requisitos legais, o casal ou adotante entrará em uma lista de espera, o que pode ou não ser demorado em função dos critérios por eles escolhidos para a adoção de uma criança. Se a opção do casal  ou adotante for adotar um bebê do sexo feminino, cor branca e com idade inferior a 1 ano, o tempo de espera pode girar em torno de 3 anos, dependendo da região em que se esteja domicilado.

Atentos a esse tempo de espera durante o qual a criança cresce institucionalizada, os próprios juízes, por meio da Associação dos Magistrados Brasileiros, resolveram lançar a campanha Mude um Destino, para incentivar as pessoas a receberem crianças que vivem em abrigos, seja para adoção, seja para um convívio de transição, junto a uma “família guardiã”, e para que todo o processo possa ser compreendido, os juízes lançaram o Manual de Adoção, documento disponível para download que esclarece uma série de questão polêmicas e nebulosas que muitas vezes desencorajam casais a adotarem.

Acreditamos que a maior fonte de incentivo para a adoção seja ouvir o relato de casais que já passaram por essa experiência, por isso, gotariamos que você deixasse seu comentário de como tem sido seu processo de adoção e para aqueles que já tiveram a alegria de levar de receber uma nova criança em casa, como tem sido a adaptação da nova família.

05/10/2009. Tags: , , . Adoção. 2 comentários.

Doenças pré existentes e o risco para a gestação

Algumas doenças pré-existentes podem fazer com que o planejar ter filhos e engravidar se torne um processo mais cuidadoso, mas não inviabilizam o sonho de ser mãe se a futura gestante souber dos cuidados necessários que cada uma das doenças requer para que se possa ter a gestação mais tranquila possível.

Neste post vamos falar sobre algumas das doenças pré-existentes que acometem um grande número de mulheres e que requerem uma série de cuidados quanto a nossa rotina diária de exercícios físicos e alimentação saudável.

 

 

Diabetes e diabetes gestacional

Mulheres que apresentam um quadro contralado de diabetes podem sim engravidar, alguns cuidados devem ser tomados antes, durante e após a gestação. O ideal é que a gestação seja planejada para que a mulher possa ter seu índice glicêmico controlado pelo menos 3 meses antes da gestação e possa fazer a troca dos hipoglicemiantes orais pela insulina, além do uso da vitamina B12 e do ácido fólico que ajudam a previnir a má formação genética e aborto espontâneo.

É extremamente importante que durante toda a gestação seja feito o acompanhamento nutricional e exercícios moderados a fim de monitar os índices metábolicos e glicêmicos bem de perto, pois é na fase da organogênese que pode vir ocorrer má formação dos orgãos do bebê se o índice glicêmico não estiver controlado.  Segundo o dr.Carlos Negrato, coordenador do Depto de Diabetes Gestacional da SBD, os níveis de hemoglobina glicolisada devem ser menores que 6,1%. As consultas ao ginecologista e ao endocrinologista devem ser feitas com maior frequência do que em outras gestações.

É preciso também ficar de olho em mulheres que não são diabéticas mas que podem vir a desenvolver o quadro durante a gestação, o diagnóstico é realizado entre a 24ª e a 28ª semana, quando a placenta começa a produzir grandes quantidades de hormônios. Segundo dr. Carlos, os fatores de  risco mais comuns são: mulheres com sobrepeso ou obesas, hipertensão arterial, mulheres não caucasianas e acima dos 25 anos de idade que tenham uma baixa estatura (menos que 1,50 metros), histórico de parentes de primeiro grau com diabetes, síndrome dos ovários policísticos, aumento de líquido aminiótico ou eclâmpsia em gestações anteriores. Mulheres que desenvolveram diabetes gestacional têm risco 7,4 vezes maior de desenvolver diabetes tipo 2 -anos depois da gravidez,  em comparação com aquelas que mantiveram os níveis de glicemia normais na gestação, por isso, os cuidados durante a gestação devem ser os mesmos.

Gestantes acompanhadas de um quadro de diabete ou diabetes gestacional geralmente são submetidas a uma cesária devido ao tamanho e peso do bebê que pode ser superior a 4 kilos, mas isso vai depender da evolução do quadro e das recomendações médicas, não é necessário abrir mão logo de cara do sonho em se ter um parto normal.

 Após os partos os cuidados e preocupações estão relacionados com a amamentação. É preciso manter o controle metabólico buscando evitar crises de  hipoglicemia, que pode ser feito através da redução da dose de insulina ou ingerindo mais alimentos, especialmente carboidratos, e acrescenta suplementação de outras substâncias como cálcio, ferro e vitaminas.

 Hipotireodismo

Muitas mulheres hoje em dia possuem um quadro de hipotireodismo e mantém os níveis de hormonio tireóide  através do uso de medicação diária, mas uma grande parte da população feminina possuí alguma disfunção na tiróide sem se quer dar conta, por isso é importante que quando do planejamento de uma gestação se façam os exames que podem diagnosticar a alteração hormonal, principalmente se a candidata a futura mamãe apresentar um ou mais dos sintomas abaixo:

* Fadiga.

* Ganho de peso.

* Face inchada.

* Intolerância ao frio.

* Dor nos músculos e articulações.

* Constipação.

* Cabelo seco.

* Diminuição na transpiração.

* Menstruação forte ou irregular e problemas de infertilidade.

* Depressão.

* Batimento cardíaco reduzido.

Indíces desregulados do hormônio da tireóide dificultam a concepção para quem quer engravidar e potencializam outros problemas na gestação devido ao sobrepeso, como o aumento da pressão arterial e consequentemente pré-eclâmpsia, parto prematuro, aborto espontâneo e problemas no desenvolvimento cerebral do bebê como retardo mental ou baixo QI. É muito comum também que quadros de hipotireodismo pós-parto sejam confundidos com a depressão pós-parto devido a similaridade dos sintomas.

O mais importante é que a gestante não suspenda o uso da medicação sem o conhecimento médico e faça o pré-natal de forma regular para minimizar quaisquer eventuais riscos durante a gestação.

 Hipertensão Arterial Crônica e Pré-eclampsia

Um quadro de hipertensão arterial que aparece após a a 20 semana de gestação e some após o parto, acontece com cerca de 10% das gestantes no Brasil. Tanto para as gestantes que desenvolveram a problema quanto para as mulheres que já engravidaram com problemas de hipertensão arterial, todo cuidado é pouco. Além de poder ocasionar partos prematuros e abortos, o aumento da pressão arterial na gestação pode causar uma série de complicações cardíacas (insuficiência cardíaca e infarto por exemplo) que irão acompanhar a futura mamãe por toda a vida como também convulsões que levam ao óbito. No Brasil, a pré-eclampsia é a principal causa de mortes maternas.

Dentro do grupo que apresenta maior risco de desenvolver a pré-eclampsia estão as mulheres diabéticas,  que possuem quadros crônicos de enxaqueca, com um alto nível de estresse físico e psicológico, tabagismo, sedentarismo, alimentação inadequada, obesidade, dieta com consumo excessivo de sal e gestações gemelar. Portanto, pelo menos 6 meses antes de engravidar, pare de fumar, reduza o consumo de alcool e produtos que contenham gordura trans, comece a se exercitar e adquira hábitos que irão lhe ajudar a relaxar após um dia exaustivo de trabalho, dessa forma seu corpo estará se acostumando com a nova rotina e os primeiros meses da gestação não serão um período tão penoso cheio de restrições médicas.

Para as mamães que engravidaram já conhecendo seu histórico de hipertensão, alguns cuidados extras são recomendados desde o ínicio da gestação:

  • repousar duas horas após o almoço, deitada de barriga para cima e não deixar de dormir, pelo menos, 8 horas de sono tranquilo a noite.
  •  manter uma dieta com restrição de sal, não podendo ultrapassar 2 a 3 g de sal por dia e com pouco consulto de gorduras trans e açúcares.
  •  fumo,  bebidas alcoólicas e produtos dietéticos são totalmente proibidos.
  • stress emocional deverá ser evitado, atividades como yoga, massagens relaxantes, ou outras atividades prazerosas devem ser adotadas para prevensão diminuição do nível de stress.
  • controle rigoroso do aumento de peso de acordo com o médico, consultas quinzenais ao nutricionista que irá acompanhar a gestação e monitorar a pressão arterial.
  • aumentar a ingestão de água e as idas ao banheiro para que dessa forma as possibilidades de  infecções de trato urinário seja reduzidas ao máximo.

Para as mamães que não tinham um quadro de pressão arterial alterado, os sintomas abaixo podem ser um indício de que a pressão arterial deverá ser monitora mais de perto e será necessário introduzir uma dieta hipossódica (baixos níveis de sal).

  • náuseas constantes que não passam após o primeiro trimestre.
  • dores abdominais constantes.
  • tensão arterial elevada.
  • edemas frequentes nas mãos e nos pés durante toda a gestação.
  • rápido ganho de peso – superior a 0,5 ao dia.
  • alteração dos reflexos musculares.
  • quadros graves de cefaléias (enxaquecas).

 Em casos graves de pré-eclampsias a gestante será internada para ter o monitoramento fetal e tentar reduzir a pressão arterial.  

10/08/2009. Tags: , , , , , , , , , , , , , . Gestação, Nascimento. 6 comentários.

Meu marido também está grávido

Ele acorda de magrugada para ir ao banheiro várias vezes, tem vontades estranhas e enjoa com frequência, mas espera ai! Quem está grávida é você e seu marido é quem está passando mal!? Como isso é possível!?

 

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De fato, essa situação existe e tem até nome de doença: síndrome de couvade. Do francês “couver” (incubar), o termo também é usado para designar um tipo de ritual de culturas pré-industriais no qual o homem tem participação ativa no parto do bebê -fica de resguardo, simula dores ou se veste de mulher, por exemplo.

Pesquisas nos EUA apontam que cerca cerca de 22% dos futuros papais se enquandram nesta situação enquanto que no Brasil,  em uma pesquisa com 33 casais do Rio Grande do Sul, finalizada em 1999, constatou que cerca de  53% dos homens expressaram algum sintoma que poderia indicar a síndrome. Um novo estudo inglês acaba de sugerir que o fenômeno é comum por lá também. Os pesquisadores, da St. George’s University of London, monitoraram 282 homens que se preparavam para ser pais. O resultado foi comparado com o de um grupo controle, com 230 indivíduos. A síndrome foi confirmada em 120 dos 282 homens com parceiras grávidas.

A maioria dos especialistas diz que a síndrome de couvade está ligada a fatores psicológicos que podem ser desencadeados pela ansiedade em ser pai. “A gravidez acontece no corpo da mulher, mas os aspectos emocionais repercutem em toda a família. É uma fase com poder de mobilização emocional muito forte”, afirma a psicóloga Maria Tereza Maldonado, autora dos livros “Psicologia da Gravidez” e “Nós Estamos Grávidos”, ambos da editora Saraiva.

Segundo alguns psicólogos e psiquiatras, os motivos pelos quais um homem apresenta sintomas de gravidez vão da forte conexão com a parceira à vontade de chamar a atenção. “Muitos vivem essa situação por solidariedade com a companheira. Às vezes, é também uma forma de não ficar ‘de escanteio’ numa fase em que todos os cuidados estão voltados para a futura mamãe”, explica a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade da USP (Universidade de São Paulo).

Se o futuro pai está querendo assumir maiores responsabilidades na gestação a ponto de sofrer todos os desconfortos que a gestante sofre, seja por um ou outro motivo,  que assim seja! Participar ativamente de todos os momentos ajuda o papai a entender que ele não está sendo deixado de lado e muitas vezes aproxima ainda mais o casal, por isso mamãe, ao em vez de ficar preocupada ou stressada, peça a ele para acompanhá-la ao o pré-natal e as consultas com o obstetra, considere suas opiniões quanto a escolha do maternidade e do tipo de parto a maternidade e o leve para participar com você do curso de gestantes, porque ai ele vai entender melhor o que está acontecendo no corpo da gestante e poderá lidar com os seus próprios sintomas.

É importante também envolvê-lo em todas as atividades após o nascimento do bebê. O pai pode sim ajudar nas atividades como troca da fralda, banhos e compras para o bebê. É importante que desde do início pai e bebê tenham momentos sozinhos para que o mesmo laço que o bebê tem com a mãe possa ser criado entre ele. Nossa dica é o uso dos slings que mantem o bebê junto ao corpo do papai, reproduzindo um útero materno com uma janelinha pro mundo e dessa vez,  no colinho dele! A mamãe carregou por durante nove meses, agora é a vez do papai!

 

sling dia dos pais

Onde encontrar o sling Nana Barriga, em Campinas na loja Mother to Be – Av. José Bonifácio, 641 www.mothertobe.com.br

06/08/2009. Tags: , , , , , . Gestação, Nascimento. 1 comentário.

01 de agosto – “Dia Mundial da Amamentação”.

Mais do que um gesto de amor e troca de carinhos e cumplicidade entre mãe e filho, amamentar é um ato de saúde. Muitas vezes pode se pensar que o benefício maior esta em fornecer os nutrientes indispensáveis para o desenvolvimento do pequeno, mas o ato de amamentar vai muito além da alimentação do lactante, os benefícios não são exclusivos da criança. Está comprovado que amamentar reduz as chances da mamãe desenvolver doenças como câncer de mama, hipertensão, osteoporose e ainda é uma maneira natural de “turbinar” os seios e queimar aqueles quilinhos extras adquiridos na gravidez.

Tamanhos são os benefícios que não é à toa que a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o aleitamento materno exclusivo até os seis meses e a amamentação continuada até a criança completar dois anos de idade. “Esse prolongamento é uma forma de proteger a criança que até os cinco anos não tem seu sistema imunológico plenamente desenvolvido, além de beneficiar também a própria mãe”, constata Yara Ota, pediatra do Hospital Sepaco, em São Paulo.

amamentacao

Leite materno: poderoso aliado das mamães

O aleitamento materno cria, para as mães, uma barreira de proteção contra os cânceres de mama, útero e ovário. Pesquisas apontam que os riscos de câncer mamário chegam a diminuir 4,3% a cada doze meses de amamentação. “Os níveis de estrogênio e progesterona (associados ao risco da doença) diminuem durante a lactação, reduzindo as chances da mulher desenvolver a doença”, explica a mestre em saúde coletiva e promotora do aleitamento materno Mônica Macau Lopes. Mas para usufruir dos benefícios, seis meses não são suficientes. Especialistas recomendam prolongar o aleitamento por, no mínimo, um ano.

Se espantar o mal que mais mata mulheres no país já é uma vantagem, imagine ser capaz de impedir o desenvolvimento de diabetes nos pós-parto? Com a amamentação, isso é possível. “Ao contrário da gravidez que favorece o aparecimento da doença, a lactação diminui a necessidade de insulina no organismo feminino, reduzindo os riscos da mulher contrair diabetes mellitus“, justifica Mônica. Osteoporose, hipertensão, doenças cardíacas e derrames também passam longe das mamães em aleitamento. “Ao amamentar, a mulher tende a adquirir hábitos de vida e dietas equilibradas que reduzem os depósitos de gordura no corpo e facilitam a circulação sangüínea e a manutenção da pressão”, argumenta a especialista.

As mamães mais vaidosas também podem se animar. Está comprovado que alimentar a criança auxilia a mulher na volta à boa forma. “A produção do hormônio ocitocina na amamentação e o gasto de energia para a produção do leite proporcionam maior rapidez na diminuição do volume do útero e na perda dos quilinhos adquiridos na gestação”, garante Maria Lúcia Futuro Mühlbauer, integrante da ONG Amigas do Peito. “Além disso, a amamentação provoca contrações uterinas que evitam infecções e hemorragias pós-parto”, acrescenta a especialista.

Até a tão sonhada “turbinada” dos seios pode ser obtida de forma natural e sem contraindicações. “No terceiro dia pós-parto, os seios dobram de volume em função da produção do leite. E mesmo após o término do aleitamento é muito comum o relato da permanência das mamas aumentadas”, confirma Mônica que garante que o leite materno é uma arma poderosa para quem não deseja a produção em série dos pequenos. “Nos primeiros seis meses de vida da criança, a amamentação diminui a fertilidade da mulher, praticamente suprimindo a ovulação feminina durante as menstruações”, explica Mônica. Mas atenção: o método não é totalmente seguro, por isso é recomendável precaução com auxílio de métodos contraceptivos.

Bebê: o maior beneficiado

Mesmo com os anticorpos recebidos de sua mãe através da placenta, ao nascer, o bebê possui um sistema imunológico muito fraco e precisa de uma proteção extra para enfrentar os perigos do mundo exterior. A amamentação é responsável por esse ganho de segurança. Está comprovado que crianças amamentadas por um bom período têm menos chances de contrair infecções ao longo da vida. “Ao contrário do leite artificial, o materno está livre de bactérias e é rico em anticorpos, proteínas e glóbulos brancos que ajudarão o bebê a afastar doenças comuns da infância como: meningite, pneumonia, bronquite, diarréias, alergias e infecções de ouvido e do trato respiratório”, confirma Yara. Recente estudo feito na Universidade de Southampton, no Reino Unido, concluiu que amamentar é uma forma de prevenir a obesidade infantil, sem falar no ganho de imunidade emocional. “O bebê amamentado têm todas suas necessidades plenamente satisfeitas não só de alimento como de afeto e atenção. Um bebê tranquilo tem menos chances de adquirir qualquer doença”, acrescenta Mônica. De fato, não há dúvidas de que um vínculo afetivo é criado: “A amamentação é o primeiro contato entre mãe e filho e nele há uma troca intensa e constante de amor e carinho, gerando segurança e tranqüilidade para ambos”, reforça Yara. Esse equilíbrio emocional otimiza o desenvolvimento infantil, tornando a criança mais confiante na relação com as outras pessoas e com o mundo.

Veja reportagem na intrega: http://msn.bolsademulher.com/familia/materia/dupla_protecao/85379/1


01/08/2009. Tags: , , , . De 0 a 4 anos - criando filhos pequenos, Nutrição e Aleitamento materno. 1 comentário.

Alimentação x gestação – o que não pode e porque!

CAFEZINHO NÃO PODE NÃO


mulher grávida

Porque será que uma das primeiras coisas que os ginecologistas pedem que se evite durante a gestação é consumo do tão famoso cafezinho!?

Estudos comprovam que o consumo de cafeína durante a gestação pode dobrar os riscos de aborto, segundo pesquisa publicada no American Journal of Obstetrics.  A ingestão diária de 200 mg de cafeína, o equivalente a 2 xícaras de café,  já é o suficiente para aumentar em mais de 50% um aborto ou ocasionar uma série de outros problemas para o bebê, como por exemplo,  o baixo peso. Os estudos apontam que isso acontece porque a cafeína “stressa” o metabolismo ainda imaturo do feto, podendo diminuir a circulação sanguínea na placenta, o que também pode prejudicar o bebê. Se não for possível ficar longe, adote as versões descafeinadas e se limite a 1 dose por dia, de preferência no café da manhã misturado ao leite.

Vale lembrar que refrigerantes a base de coca também podem causar o mesmo efeito no feto e o consumo excessivo de chocolates além de contribuir para o aumento do ganho de peso também irá stressar  o feto e atrapalhar seu desenvolvimento.

DE ADEUS AO SUSHI

Carnes cruas ou mal passadas devem ficar longe do prato da futura mamãe devido á facilidade de se contrair toxoplasmose através delas. A toxoplasmose no início da gestação, se não diagnosticada, pode causar problemas oculares ao bebê,  encefalite e retardo mental, por isso, é necessário ficar atenta a todos os tipos de contágio que na maioria das vezes se dá devido à ingestão de carnes cruas ou mal cozidas. Além dos peixes e ovos crus, é recomendado que se evite a ingestão de frios e embutidos como mortadelas e presunto parma também. Prefira carne assadas e refogadas em lugar de bifes que podem não ser cozidos por completo. Todos os tipos de carnes podem transmitir a doença, por isso ao prepará-las em casa evite o contato direto com o alimento cru.

A maioria de nós já teve contato com a doença e não desenvolveu nenhum tipo de sintomas, tenha certeza de que seu médico irá pedir o exame de diagnóstico sorológico que irá mostrar se a gestante já possui o anticorpo.

DERIVADOS DE LEITE

Parece estranho mencionar que alguns derivados do leite possam ser nocivos a saúde da futura mamãee seu bebê, mas queijos moles, mesmo que sejam feitos com leite pasteurizado (queijo fresco, mozarela, gorgonzola, brie, e outros) podem causar listeriose. Transmitida pela bactéria Listeria monocytogenes, a doença tem início com sintomas parecidos com o da gripe, mas quando a infecção atinge o sistema nervoso, pode provocar parto prematuro ou aborto espontâneo, especialmente nosprimeiros meses de gravidez. Pode também causar meningite no recém-nascido, por isso, dê preferência aos queijos duros e curados como edam, emmental, provolone, parmesão, gouda, ricota pasteurizada e cheddar. Quanto ao próprio leite, o ideal é que o mesmo seja pasteurizado e fervido.

EVITE PRODUTOS DIETS E ADOÇANTES


Não é necessário se preocupar excessivamente com os ponteiros da balança a ponto de manter o consumo de produtos dietéticos quando não se é diabético. Mesmo que você se já esteja acostumada  a  adoçar o cafezinho e os sucos com adoçantes e o gosto do açúcar lhe parece doce demais. está na hora de parar. Alguns estudos indicam que o uso destes produtos durante a gestação pode causar má formação genética e atrapalhar o bom andamento da gestação, então para que arriscar!?

PASSANDO LONGE DO FAST-FOOD

Além de não trazer nenhum benefício nutricional e contribuir para o ganho de peso em excesso, os lanches e comidinhas rápidas dos shoppings Center, especialmente as frituras e doces, estão na nossa lista dos NÂO PODEM durante a gestação, pois estudos já comprovaram que mães que comem Jon Ford durante a gestação podem estar condenando seus filhos a terem compulsão por amar os mesmos alimentos e se tornarem dependentes. Até agora os estudos foram feitos com animais de laboratórios na Grã-Bretanha, no Royal Veterinary College. Percebeu-se que quando ratazanas grávidas são submetidas a uma dieta baseada em biscoitos, batatinha frita e doces, seus filhotes comem mais alimentos insalubres, sugerindo que nosso gosto alimentar já é programado no enquanto ainda estamos no ventre!

NÃO É PRECISO COMER POR 2

Durante todo o primeiro trimestre não é necessário que se aumente o consumo de calorias em função da gestação, o ideal é que se reduza o uso de alimentos altamente calóricos  como açúcares, gorduras saturadas e carboidratos em excesso, substituindo por proteínas de qualidades, grãos e bastante verduras e legumes, de preferência orgânicos. É somente no último trimestre que a ingestão de aproximadamente 300 calorias a mais é justificável, de qualquer maneira, isso irá depender se a gestante estava ou não acima do peso antes de engravidar. A sugestão é que se faça um acompanhamento nutricional para garantir que a cada fase da gestação, a dieta da gestante seja composta de alimentos altamente funcionais.

Hoje em dia já se fala em um ganho de peso na faixa dos 7 a 12 kilos, tudo o que passar disso minhas queridas, será excesso e ficará guardado em suas reservas de gordura, por isso, cuide-se!

29/07/2009. Tags: , , , , , , , , , . 1, Gestação, Nutrição e Aleitamento materno. Deixe um comentário.

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